Postagens

Justificação pela fé

Justificação pela fé Romanos 3:27-31 “Concluímos, pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei”. Que preciosa palavra, que oferta divina. Só por esse caminho podemos encontrar salvação. Onde Deus com tanto poder entrou com os recursos, fica excluída toda a glória humana. O homem quer ser grandes coisas mais na verdade nada é. Na cruz do Gólgota fica manifesto o que ele é – um julgado apto para a execução. Visto isto o homem teria que declarar sua total falência. Nada sobra do seu orgulho e exibicionismo, ali lhe é arrancada a máscara, atrás da qual havia se escondido. Sim, o homem quer mesmo consumar algo, quer ser algo e até mesmo produzir sua salvação por suas próprias forças. Quão profundo está este anseio na natureza humana. Mesmo assim o homem caído em pecado, não pode persistir diante de Deus, e mesmo suas melhores obras são qual um vestido sem pregas, aos olhos do Altíssimo. Não ! Pelas obras da lei, nenhuma pessoa será salva, antes será julgada pela lei, porque nã...

Todos Pecaram

Todos pecaram Rom. 3:19-26 Judeus e ateus são pecadores, pois não há justo, nem sequer um. Por isso que todos estão debaixo do juízo de Deus, debaixo da ira de Deus, e nisto a lei em nada mudou, pois a lei corrobora a justiça de Deus, e por meio da lei veio o reconhecimento do pecado, mas nenhuma salvação. Sim esta é a situação do homem, quer seja judeu ou grego. O pecado sobre eles impera, e por causa do pecado o juízo e a ira de Deus está sobre todos nós. De nós mesmos não temos nenhuma solução e estamos todos perdidos! Mas Deus mesmo, através do sacrifício de Jesus, preparou uma saída colocando sobre Ele o justo julgamento dos nossos pecados, e permitindo que Ele fosse atingido por todas as nossas injustiças. Nele a justiça de Deus se tornou manifesta. Ele julgou nossos pecados, e Ele não somente perdoou, mas achou um justo caminho, para nos perdoar, permitindo que Seu amado Filho morresse em nosso lugar. A justiça de Deus tornou-se manifesta, comprovada pela lei e os profetas, e e...

Somos todos iguais

Somos todos iguais Romanos 3:1-18 Quando lemos Romanos 3:1-18 temos a impressão que o Apóstolo Paulo está se contradizendo. Para a pergunta: “Qual é a vantagem do judeu, ou qual é a utilidade da circuncisão?”, ele nos fornece a resposta: “muita em todo sentido!” No versículo 9, porém, ele responde a uma pergunta bem parecida: “Pois que: Somos melhores do que eles?” Com as palavras: “De maneira nenhuma, pois já demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado!” Como estas duas citações, que na verdade dizem respeito aos judeus, mas cada uma delas tem uma pequena variação. Na primeira pergunta se indaga a respeito da validade da circuncisão. Por isso a resposta só poderia ser: “muita, em todo sentido!” A circuncisão os fazia pertencer ao povo de Deus. Tinham a lei, conheciam a vontade de Deus, as promessas lhes pertenciam, e também tinham o altar do sacrifício, ordenado por Deus. Em tudo isso, mesmo sendo sombra das coisas futuras, não somente havia um grande pri...

O que importa diante de Deus

O que é importante diante de Deus Na continuidade em analisarmos a Epístola aos Romanos vejamos hoje os versículos 17-29 do capítulo 2. Neste texto Paulo vai a julgamento com seus conterrâneos, quando lhes comprova, que não é suficiente ser judeu para conhecer a lei, mas, que o importante é fazer a vontade de Deus de todo coração. Sim, ele se adianta tanto que lhes acaba dizendo: “A circuncisão é, na verdade, proveitosa, se guardares a lei, mas se tu és transgressor da lei, a tua circuncisão tem se tornado em incircuncisão”. E então ele, Paulo, continua dizendo: “Se, pois, a incircuncisão guardar os preceitos da lei, porventura a incircuncisão não será reputada como circuncisão? E a incircuncisão, que por natureza o é, se cumpre a lei, julgará a ti, que com a letra e a circuncisão és transgressor da lei”. Qual é o sentido destas palavras? Para Deus não é importante pertencer a um determinado povo ou ter sido circuncidado, mas é bem mais importante, que o homem, faça, ou não, a vontade ...

Não há desculpas

No texto de Romanos 2:16-17 nos é dado mais uma prova, que o homem é responsável por seus atos e conseqüentemente não pode dizer: EU NÃO TIVE CONHECIMENTO. Certamente há coisas que fogem do conhecimento do homem que não conhece a Deus, mas esse não é o caso no texto. O homem pode, até mesmo, reconhecer Deus na criação, vimos isto no capítulo 1. Mas ele também possui uma consciência, e mesmo que esta consciência seja diferente em muitas pessoas no tocante a sensibilidade, o homem sabe o que é direito e o que não é direito, quando alguém lhe faz injustiça. Assim, enquanto que julga a injustiça do outro, julga a si mesmo. Por exemplo: uma pessoa não leva a propriedade de outro tão a sério, mas quando está sendo roubado, reclama, e até vai ao juiz. Não! O homem não tem desculpa por seu pecado, e por isso não poderá fugir do julgamento divino, pois Deus retribuirá a cada um conforme seus atos e ações. Aqueles que procuram viver através da persistência em boas obras, glória e louvor, receb...

Deus os entregou

Uma triste constatação Na continuidade de nossa análise da Epístola do Apóstolo Paulo aos Romanos, veremos o capitulo 1:26-32. Este trecho é de uma triste constatação. Sim, a constatação de uma realidade que não mudou. Mais de dois mil anos depois, infelizmente, o homem continua da mesma forma que descrita por Paulo, na sociedade do Império Romano, nos primeiros 100 anos de nossa era. A devassidão e a degradação a que se submetiam os seres humanos, consumidos pelo pecado, naquela época, é a mesma de hoje, quando tomamos conhecimento do que acontece em nossas maiores cidades, tal como na Roma imperial de então. A descrição que faz da perniciosidade humana é tremendamente negativa. Os tempos mudaram os recursos modernos aí estão, mas os homens têm continuado a perverter tudo para o mal. Mesmo aquilo que a princípio é inventado com finalidade positiva torna-se arma do mal e do pecado. Vejam, por exemplo, a Internet, esta forma notável de comunicação moderna, que hoje é usada fartamente ...

Uma Reflexão

Uma reflexão O texto que começaremos a analisar nesta postagem está em Rm 1:18-21, é uma das maiores e mais expressivas descrição da maldade e pecaminosidade do ser humano que já tem escrito em todos os tempos. Às vezes somos mesmo levados a perguntar-nos como, em época tão remota, quando faltava ao apóstolo, por certo, um mínimo de recursos de informação e conhecimento da conjuntura mundial, poderia ele ser tão claro e objetivo em sua análise. Só mesmo entendendo a Bíblia como revelação divina, poderemos entender esta indagação e respondê-la com segurança. Especialmente o versículo 20 que transcrevemos abaixo, contém para nós uma profundidade espiritual e teológica que vale a pena levar-nos à meditação e reflexão sobre ele: “Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis”. (Rm 1:20) O que Paulo nos está afirmando é que a própria criaçã...